sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Longe do meu Coração

Capitulo 19, pág.137 

  • Estou numa parte muito importante da obra, a meio do caminho do sonho. Isso faz-me ter vontade de o ler sem parar, o livro é cada vez mais interessante e romântico, um romantismo muito actual a meu ver.
  • José o primo de Joaquim fica muito doente, pneumonia que tem morto imensa gente em paris, graças a Joaquim que convence os tios a levarem José ao médico e assim ele melhora, mas Joaquim esta cada vez mais decidido que aquela barraca não tem condições para o menino viver, tentando mais uma vez convencer os tios em vão. Entretanto Joaquim finalmente se declara a Françoise e é correspondido, infelizmente ou felizmente deixam de se poder ver tantas vezes, Joaquim não pode ir as aulas porque o seu patrão Pierre encarregou-o de algumas obras por conta própria, o que lhe ocupará os fins-de-semana, mas que ajudará imenso no dinheiro que este precisa para abrir o seu próprio negócio. Entretanto Françoise enfrenta a mãe que pretende que esta case com um gordo e snobe francês, mas Françoise deixa bem claro que tal não vai acontecer. Cada vez mais apaixonados, Joaquim e Françoise trocam bilhetes e encontram se as escondidas.
  • Uma das críticas que o autor mostra aqui é as condições que os portugueses (construtores de Paris) tinham, a falta de higiene, de protecção contra as condições meteorológicas, e de cuidados médicos. Pretende também mostrar o quão facilmente as pessoas podem ser enganadas por não se conseguirem aguentar. Continua a mostrar que se deve lutar pelos sonhos, mesmo que pareçam impossíveis.
  • Gosto imenso desta parte da obra muito pelo facto de ser a descoberta do amor correspondido, a intensidade deste amor a  força que ele tem, só mesmo numa cidade como paris parece-me.
  • Todas as outras características do narrador mantém-se, em especial a capacidade de prender o autor face ao romantismo do que é descrito.

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