- Estou a gostar cada vez mais deste livro, estes últimos capítulos são muito emocionantes, ao contrário dos primeiros que eram emocionantes por causa do perigo, estes são emocionantes porque falam de sentimentos, de morte, de vida, de sonhos e de paixões.
- Joaquim e Albano enfrentam o trabalho duro na obra pela primeira vez, ambos ficam muito cansados mas felizes. O pai de Joaquim faleceu, segundo o que Joaquim acha morreu de tristeza por não poder ajudar economicamente a família. Entretanto Joaquim apaixona se por Françoise, uma francesa muito bonita e diferente das mulheres a que Joaquim estava a habituado na terra. França começa a abrir os olhos para as condições de trabalho dos portugueses, e entre outras medidas os portugueses de Bidonville começaram a ter aulas de francês para não serem enganados, por coincidência a professora é o grande amor de Joaquim. Albano, Joaquim e o primo José vão pela primeira vez visitar paris. No final deste capítulo, Albano morre esmagado por uma viga na obra onde estavam a trabalhar.
- A intenção do autor nestes capítulos é óbvia, pretende incutir nos leitores a questão de se a nossa a terra é "aquela que nos viu nascer ou aquela que nos dá de comer", também nos faz pensar na efemeridade da vida, nos sonhos, e se realmente existem ou não amores impossíveis.
- Esta obra cada vez me toca mais, a paixão platónica vivida por Joaquim traz me recordações e a dor da perda também. Por outro lado Joaquim é um inspiração, a luta incessante pelos sonhos e a motivação com que luta por tudo o que quer incluindo o grande amor.
- A linguagem do autor parece me mais simples e adequada com a época á medida que vou lendo a obra, utiliza cada vez mais expressões típica. O tom usado pelo autor é bastante adequado a cada situação narrada.
- Ao contrário dos primeiros capítulos, a história tem sido contada sem elipses, há bastantes momentos emotivos que me prendem á história e que nos fazem ter aquelas sensações que somos nós a sentir.
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Longe do meu Coração
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